Diavany Gladys em 22-11-2016

Funcionários, empregados, colaboradores, sócios ou parceiros. Qual o seu? Qual você prefere?

Quanto vale uma pessoa para você? Pois, quando você vê o funcionário apenas como um meio viabilizador do Lucro, você mesmo já diminuiu o campo das expectativas que pode ser vasto, desde que dado o devido incentivo capaz de gerar comprometimento.

Quanto vale uma pessoa para você? Pois, quando você vê o funcionário apenas como um meio viabilizador do Lucro, você mesmo já diminuiu o campo das expectativas que pode ser vasto, desde que dado o devido incentivo capaz de gerar comprometimento.
O gestor não deve se eximir da responsabilidade sobre o resultado da sua ação ou omissão no trato com seus colaboradores.

o convívio que tenho com empresários em todo o Brasil ministrando treinamentos em gestão, são cada vez mais frequentes as queixas que ouço (reclamações) de empresários de micro e pequenos negócios quanto ao desempenho de seus funcionários. É comum ouvi-los desabafar: "Nossa! como é difícil encontrar boa mão de obra!", ou "Eles não querem trabalho, querem emprego!", ou ainda, "Eu desisti de correr atrás de pessoas qualificadas. Está escasso". O meu questionamento tem sido: - até onde isso é verdadeiro? Qual a parcela de contribuição desse empresariado (micro e pequeno) nesse resultado caótico?

Transformar Pessoas em GRANDES PESSOAS não é tarefa fácil para ninguém, principalmente para esses empresários, donos de negócio que precisam preocupar-se com os aspectos &39;macro&39; da Empresa. E a eles me dirijo para pontuar algo bem importante, para começar: vocês não precisam "carregar tudo nas costas" sozinhos. Vocês têm em seus funcionários futuros grandes parceiros, colaboradores capazes de enxergar em seus empregos algo para ser verdadeiramente seu, afinal, é da empresa que vem o resultado do seu trabalho ao final de cada mês. Entenda melhor:

Não é difícil encontrar estudos e pesquisas que apontam que, quanto maior é a confiança dos gestores nos seus colaboradores, maiores serão os seus resultados. Quanto mais autonomia eles têm para desenvolver projetos, mais buscam os resultados. Recentemente li um artigo publicado em uma revista do mundo corporativo do Grupo Abril que as empresas estão fazendo uso, inclusive, de técnicas de meditação em prol do melhor desempenho de seus colaboradores. Isto evidencia que se faz necessário que o colaborador tenha um ambiente propício para que ele possa produzir. E, por que não fazer disso tudo algo possível para os micro e pequenos negócios? Por que essas ferramentas têm que ser artigo de luxo dos grandes negócios? Quer algo básico para começar? Vamos lá:
 

  • Plano de Carreira: mostre ao seu colaborador que ele tem espaço dentro da empresa. Que pode crescer e galgar cargos melhores. Incentive-o a estudar. Ter uma profissão.
  • Plano de Salários: Incentive-o a buscar alternativas que melhore o salário dele dentro do negócio. Exemplo: um aumento percentual em seus rendimentos por anos de trabalhos dedicados à empresa; ou por projetos desenvolvidos em benefício da empresa.
  • Metas claras: ações que de fato não se restrinjam a cumprimento de horários. Vejam o exemplo da Google que não se importa quantas horas seu colaborador trabalha, mas sim quantas metas ele bate, independente de como ele bate e de quais horas usa pra isso. Planeje seu tempo.



A ideia central que passa por estas dicas que já são uma boa forma de começar algo diferente é: preocupe-se com seu cliente interno. Ele é seu maior consumidor. Uma vez que ele entende quão importante é a representatividade do negócio em que ele atua, mais e mais irá propagar isso. E, já que estamos falando de propaganda, vamos falar em como promover o produto? Pois, de que adiantará a elaboração de uma excelente publicidade para ser propagada mirando o público externo, que envolvam inclusive relações públicas com a sociedade e comunidades em geral, se o meu principal ativo, que é a equipe de vendas, não está preparada para tal feito? 

Pensem a respeito do assunto. Quanto vale uma pessoa para você? Pois, quando você vê o funcionário apenas como um meio viabilizador do Lucro (e aqui estou falando exclusivamente de dinheiro), será que ele de fato está satisfeito com o que faz, mesmo atingindo as tão solicitadas metas de venda? 

Como dissemos no IDEBRASIL, através do nosso principal treinamento em gestão (CDE – Curso de Desenvolvimento Empresarial) não existe o "NÃO CONSIGO". Existe sim o "NÃO QUERO", pois quando você de fato quer algo, não há nada nem ninguém que o impeça de fazer. Basta querer.

Diavany Gladys

Administradora, com MBA em Gestao Empresarial e Gestao e Direito Ambiental, Especializaçao em Docencia do Magistério Superior. Facilitadora de programas e treinamentos.